Fraudes também cresceram com 17% em ralação ao ano passado
Ultima pesquisa realizada pelo IBGE revela que 19% dos internautas fazem compras
pela internet. O número de fraudes aumentou 17% em relação ao ano passado. O
recurso disponibiliza facilidade na compras e vendas de produtos. São várias
opções de sites busca para o consumidor ativo.
Um levantamento feito pela E-bit, empresa de informações
sobre o comercio eletrônico, estima que o setor movimentou R$ 28,8 bilhões no
país em 2013, alta de 28% em relação ao ano anterior. Para este ano estima-se
um crescimento de 20%.
A E-=bit disponibiliza o selo de certifica e a avaliação dos
consumidores que realmente efetuaram compras nas lojas conveniadas no site www.ebit.com.br.
Os produtos mais procurados são eletrônicos e magazines,
cujo volume de vendas on-line crescem acima da média.
O escrivão da Delegacia de Defesa do Consumidor (Decon),
Marcos Silveira, explica que as fraudes existem e precisam de mais atenção do
para que não caia nesse tipo de golpe. “As pessoas procuram por facilidades na
internet e acabam caindo em golpes ridículos. Não existe dois tênis da Mizuno
por R$200,00 ou um I Phone por R$ 400,00. O indivíduo sabe que é um golpe mais
paga para ver”.
“Tem que tomar cuidado e verificar a procedência do site”, explica
a secretária Elaine Maria de Oliveira. Elaine diz que já comprou várias vezes
em sites de decoração, mas procurou ajuda para não cair em golpe. “Às vezes
pode ser enganoso” ressalta.
Para evitar possíveis golpes virtuais, confira algumas dicas
de proteção:
1-Procure
comprar em lojas previamente conhecidas ou aquelas indicada por amigos e
parentes.
2-Exija
a nota fiscal, ela é sua prova em caso de problemas com a compra e garantia do
recolhimento dos impostos;
3-Cuide
da segurança do computador. O sistema operacional e os programas devem estar
atualizados, bem como antivírus;
4-Faça
contato telefônico com a loja e verifique se ela tem endereço, telefone fixo ou
filial física. Observe informações como razão social, CNPJ e confirme esses
dados no site da Receita Federal (www.receita.fazenda.gov.br). Se a informação
estiver “baixada”, “cancela” ou “inativa”, desista da compra.
5-Pesquise
sobre a idoneidade da loja em órgãos de defesa do consumidor e em sites de
avaliação e comparação de preços nos quais outros usuários analisam os serviços
das lojas e fazem seus comentários sobre a empresa.
De: Thatiany Borges.
